Aiuruoca na mídia – Instituto Estrada Real

Pedra Quadrada
Pedra Quadrada (Aiuruoca – MG) – Fonte: Instituto Estrada Real

É só chegar, respirar fundo e contemplar a natureza. Para quem gosta de ecoturismo e turismo de aventura, Aiuruoca é um prato cheio.

Situada no sul de Minas, em plena Serra da Mantiqueira, a 1.050 metros de altitude, a cidade fica a 416 km de Belo Horizonte, 368 km de São Paulo e 329 km do Rio de Janeiro.

Diversos córregos, cachoeiras, picos e reservas belíssimos podem ser visitados no local, entre eles, o Parque Estadual da Serra do Papagaio, a 2.357 metros de altitude, o Vale dos Garcias e o Vale do Matutu, reserva natural que concentra boa parte das belezas naturais da região.

Já a cidade é bem típica mineira, com um centro pacato, igrejinha, praça principal. Em Aiuruoca você encontra a tradicional hospitalidade do povo mineiro, com a tranquilidade do interior.

O município pertence ao Circuito Montanhas Mágicas da Mantiqueira, que inclui mais sete cidades. Seu nome deriva do Tupi e significa “casa de papagaio”, através da junção das palavras aîuru (“papagaio”) e oka (“casa”).

Link: Instituto Estrada Real

Aiuruoca na mídia – Viagens possíveis

Viagens possíveis - Aiuruoca
Por do sol em Aiuruoca – Fonte: Site Viagens possíveis

Localizada na Serra da Mantiqueira a exatos 980 metros acima do nível do mar, a pequena Aiuruoca é regada de rios fartos, montanhas, vales, bosques e cachoeiras que compõem um leque de atrações para todos os gostos. Depois de algumas viagens que fizemos pra lá, montamos esse guia de dicas com o que fazer em Aiuruoca, onde se hospedar e bons restaurantes onde comer.

Aiuruoca é considerada uma das cidades mais sagradas do Brasil, possuindo um alto grau de vibração energética. Dizem que Aiuruoca é uma cidade mágica, dona de um universo próprio encantador, de belezas naturais e simplicidade que podemos descobrir facilmente ao visitá-la. Parece que tudo é integrado a natureza e flui em perfeita harmonia.

O que fazer em Aiuruoca
Praticamente todas as principais atrações de Aiuruoca ficam divididas em duas regiões: o Vale dos Garcias e o Vale do Matutu. Existe uma outra região do outro lado do asfalto que ainda não exploramos, mas breve iremos para descobrir tudo o que fazer o Aiuruoca e contar pra vocês.

Uma das grandes vantagens é que para conhecer as principais atrações não é preciso muito esforço. Basicamente é parar o carro na estrada e fazer uma leve caminhada para ter acesso às lindas cachoeiras. Até os mais preguiçosos vão gostar de conhecê-las. As desvantagens? As águas são geladas! Inclusive no verão. Mas dizem que fazem super bem pra ativar a circulação. Então, prepare-se para se jogar e dar uns gritos.

Entre os dois principais vales está o imponente Pico do Papagaio. Símbolo da fundação da cidade, o Pico do Papagaio, com 2.293m de altitude é um dos mais majestosos da região. Existem diversas trilhas pra chegar ao topo, inclusive a cavalo. É uma trilha bem pesada e só pode ser feita com guias locais.

Conhecemos todas as cachoeiras e atrações com a agência Bicudo Adventure, especializada em Tours de Quadriciclo e 4×4 pelos principais atrativos de Aiuruoca. As estradas esburacadas judiam muito os carros comuns. Eles possuem tours diferenciados em Aiuruoca e cidades vizinhas. O fim do passeio do Vale dos Garcias termina com um lindo pôr do sol com vista 360 graus de todo o vale. É incrível. Visite o site www.bicudoadventure.com.br, solicite um orçamento e siga também no Instagram @bicudoadventure.

ATRAÇÕES NO VALE DOS GARCIAS
Cachoeira dos Garcias – A Cachoeira dos Garcias é um passeio imperdível e o cartão-postal da cidade. Se você só tem 1 dia para passear e está procurando o que fazer em Aiuruoca, essa cachoeira é parada obrigatória. Uma estrada de terra precária leva até bem próximo do local. Em apenas 10 minutos de caminhada, uma grande piscina natural que se forma embaixo da queda já pode ser desfrutada pelos turistas. É possível visitar também a parte de cima da cachoeira. A estrutura é simples, mas é possível encontrar um restaurante e banheiros (Restaurante dos Garcias).

Prainha – A entrada para a trilha fica no lado direito do Restaurante dos Garcias. Após uma trilha rápida e fácil chega-se na Prainha. Ela tem esse nome por ser uma praia de rio, com área para deitar-se na areia e tomar um sol. Águas calmas, rasas e cristalinas tornam o local ainda mais especial com uma pequena cascatinha que ajuda na hidromassagem natural.

Lajeado – Seguindo adiante pela Prainha, é possível chegar ao complexo de piscinas naturais do Lajeado. Ao longo dos anos o rio foi esculpindo as pedras e formando verdadeiras piscinas, com pouca pedra e fundo de areia. Um local ainda pouco conhecido, mas de grande beleza.

Poço Joaquim Bernardo – Mais uma excelente opção para passar o dia ou um turno curtindo as águas calmas e claras do poço. Um enorme gramado é um convite perfeito para um piquenique ou apenas se jogar para pegar um sol curtindo a vista das corredeiras. Existem várias piscinas escondidas nas pedras, vale a pena explorar (com cuidado). O local também funciona como restaurante e serve truta frita, feijoada e pratos mineiros.

ATRAÇÕES NO VALE DO MATUTU
Cachoeira Deus Me Livre – A 5km do centro de Aiuruoca fica a Cachoeira Deus Me Livre, que, como o nome sugere, apesar de ser muito bonita deve-se andar com cuidado. São 3 quedas d’água sequenciais que ficam dentro de uma fazenda, portanto peça permissão para entrar. Fica perto do Pocinho.

Cachoeira dos Macacos – Conhecida por poucos, sua entrada é bem na estrada e não tem placas indicativas. O início da trilha é próximo ao Camping O Panorâmico e bem fácil de fazer. A cachoeira é linda e vale a pena conhecer. Tem áreas para banhos e piscinas naturais com hidromassagem. É uma delícia, apesar da água gelada.

Cachoeira das Fadas – Chegando no Casarão do Matutu é só estacionar o carro e se informar com os guias como chegar na Cachoeira das Fadas. Tem uma pequena taxa a ser paga para a visitação. A trilha é bem tranquila e curta para chegar ao paraíso. O melhor horário para visitá-la é pela manhã e próxima ao meio-dia, quando o sol ilumina suas águas cristalinas e verdes.

Pocinho – Uma grande piscina de água corrente faz do Pocinho um pequeno paraíso “artificialmente natural”. A infraestrutura do local é perfeita para famílias com crianças. Além dos lanches, eles possuem redário para descansar depois de comer. Logo da estrada é possível ver uma cascatinha. Possuem estacionamento no local e a entrada é baratinha.

Onde ficar em Aiuruoca
Existem boas opções de hotéis e pousadas onde ficar em Aiuruoca, a maioria simples, mas ao mesmo tempo confortáveis. Algumas pousadas de luxo começam a se destacar na região atraindo um público mais selecionado.

Os preços das pousadas em Aiuruoca variam de acordo com a temporada, mas não costuma ser um local caro, salvo uma ou outra hospedagem de luxo em Aiuruoca. Veja abaixo a nossa dica de onde ficar em Aiuruoca.

Pousada Canto das Bromélias

Pousada Canto das Bromélias possui apenas 4 chalés de montanha e é uma das melhores opções de exclusividade em Aiuruoca. Um verdadeiro oásis na Serra da Mantiqueira, com charme e sofisticação totalmente integrada a natureza. O café da manhã montado no deck de madeira com vista para o Pico do Papagaio é um luxo para poucos. Fica localizada no alto do Vale dos Garcias. Reservas apenas via Facebook e Whatsapp – (35) 99969-8351, falar com o Dadá.

Onde comer em Aiuruoca
Como já fomos algumas vezes, tivemos a chance de comer em diversos lugares diferentes. Abaixo estão alguns dos melhores lugares onde comer em Aiuruoca, que já fomos e aprovamos. São restaurantes, lanchonetes, pizzarias, trutarias, bares e cafés. É possível comer bem em Aiuruoca, com bons preços e pratos bem servidos.

Pizzaria Aroma da Serra

Um dos melhores lugares que comemos em Aiuruoca. Fica na praça da igreja e é um dos lugares mais badalados da cidade. Funciona como bar e restaurante, mas o forte mesmo são as pizzas e cervejas. Localização: R. Felipe Sen., 16, Centro

Pizzaria e Restaurante Dona Azeitona

Também ao lado da igreja, esse restaurante em Aiuruoca é bastante completo. As pizzas e caldos são o forte da casa, porém existem diversas outras opções no cardápio. Vale a pena dar uma olhada na carta de vinhos para aproveitar as noites frias na cidade. Localização: R. Felipe Sen., 35, Centro

Restaurante Dois Irmãos

Foi um achado em Aiuruoca! No melhor esquema buffet de comida mineira. É possível comer bem, pagando um preço justo. Minha dica é guardar um espaço para as sobremesas. Localização: Rua Cel. Oswaldo, 204, Centro (atrás de igreja).

Armazém Macieira (lanches rápidos)

Não é bem um restaurante, mas eles servem lanches rápidos, saudáveis e gostosos. O armazém vende um pouco de tudo que os produtores locais produzem. Embutidos, queijos, doces, geleias, cervejas, cafés em grãos e moídos, kombuchá, especiarias, granola, etc. Localização: R. Felipe Sen., 1214A, Aiuruoca.

Armazém da Terra

Fica na estrada, caminho para o Matutu, em frente ao camping O Panorâmico. É quase um bistrô, com delícias preparadas com muito carinho. Servem deliciosas refeições e lanches sempre se preocupando com a qualidade dos produtos, de forma orgânica e sustentável. Eles também vendem queijos, geleias, pães, leites vegetais, cogumelos, azeites, sucos verdes, bolos e muito mais.

Como chegar em Aiuruoca
Saindo do Rio de Janeiro, colocamos o nome da cidade no Google Maps e vimos duas opções de rotas. Uma por Juiz de Fora e outra por Volta Redonda. A segunda opção tem bem menos pedágios e é mais rápida. A subida por Petrópolis tem muito caminhão lento atrapalhando o fluxo. Portanto, faça esse teste antes de iniciar sua viagem. É só seguir as indicações do mapa e ver como chegar em Aiuruoca facilmente.

MAIS DICAS DE AIURUOCA
Aiuruoca é um lugar para ir muitas vezes! Para quem curte o clima gostoso e tranquilo das pequenas cidades mineiras, é um prato cheio. A cidade já tem em seu calendário diversos eventos fixos, como Festival de Jazz, Festival de Queijos e Azeites, Encontro de Motoqueiros, Festa Junina, Shows de Rock, Festa do Peão, dentre outros.

Se você curte acampar, o Camping O Panorâmico é uma das melhores opções da região. Já acampamos por lá também e foi bem divertido. Preparamos até uma lista de equipamentos de camping para quem curte viajar de carro, e ficou bem legal. Os equipamentos foram da Quechua, que podem ser encontrados nas lojas física e online da Decathlon.

Curiosidade: Sabia que a Isis Valverde (atriz da Globo) nasceu eu Aiuruoca? Nos falaram que ela está sempre por lá passeando pela cidade, fazendo as trilhas e se banhando nas cachoeiras de Aiuruoca. Nós não a encontramos ainda, e vocês?

Se você já conhece Aiuruoca e sentiu falta de alguma dica de lugar que não fomos, deixe aqui nos comentários para que a gente possa ir conferir em nossa próxima viagem pra lá. Vamos adorar descobrir tudo o que fazer em Aiuruoca e compartilhar com vocês.

Link com fotos e vídeos: Viagens possiveis: Aiuruoca

Aiuruoca na mídia – Diário de uma viajante

Diário de uma viajante - Aiuruoca
Pracinha de Aiuruoca – Fonte: Blog Diário de uma viajante

Aiuruoca ainda está despontando para o turismo, o significa que pra muitos esse nome indígena, que muitas vezes soa estranho ao pronunciar, é um destino pouco conhecido, mas a cidade é um refúgio de paz e contato com a natureza. Veja neste post um Roteiro de Aiuruoca para desfrutar a cidade.

O que fazer em Aiuruoca ?
– Centro
O centro de Aiuruoca, como de costume nas cidades pequenas, também fica em volta de uma pracinha com a Igreja Matriz. A fofíssima igreja, que homenageia N. Sra. da Conceição, foi construída em 1717 e conserva a arquitetura da época.

– Reserva do Matutu
A reserva do Matutu possui muitos atrativos, uma delas é o Casarão do Matutu, que data de 1904, e é Patrimônio Histórico de Aiuruoca. Lá há uma vendinha com produtos da roça, como pães, bolos e café. No local também é possível descobrir um pouco da história da reserva. A trilha para a charmosa Cachoeira das Fadas não leva nem 5 minutos a partir do casarão, ela tem um poco de águas cristalinas, porém bem geladas.

– Cachoeira dos Macacos
Muito próximo da Reserva do Matutu fica a Cachoeira dos Macacos. É dificil achar a entrada, mas o ponto de referencia mais próximo é a hospedaria Ananda Matutu, e na estrada principal existe uma cerca com uma pequena entrada (quase imperceptível) para a trilha. Leva cerca de 20 minutos até encontrar a cachoeira.

– Pocinhos
No local funciona um restaurante/lanchonete com um grande poço artificial com ás águas geladas que descem das cachoeiras e onde pode se ver algumas pessoas praticando Slackline.

– Morro dos Padres
Uma das atrações sugeridas no guia de turismo da cidade é ver o fim de tarde no Morro dos Padres. Eu não sei se consegui localizar o local ideal para contemplar esse pôr do sol, mas confesso que o visual do morro é incrível.

– Cachoeira dos Garcia
Essa é a cachoeira mais famosa da cidade. E ela tem 30 metros de altura e é linda, imperial, impactante e magnifica! A trilha para cachoeira é de nível fácil. Subindo uma outro trilha no lado esquerdo da cachoeira, chega-se a um restaurante rústico e familiar na cabeceira da cachoeira, com uma vista incrível do vale. Recomendo a visita! Meu grupo de amigos pediu um sopão que serviu 6 pessoas e saiu por R$ 35,00 reais. Eles tem uma horta e os legumes são colhidos diretamente no local. Esse local me trouxe uma paz interior e uma vontade de ficar ali o resto do dia.

– Prainha dos Garcia
Muito próximo ao estacionamento onde se deixa o carro para fazer a trilha da cachoeira dos Garcia, há uma outra trilha que leva até a Prainha dos Garcinha. Uma pequenina queda d’água, mas totalmente graciosa e que vale conhecer. A trilha leva em torno de 20 minutos.

– Poço Joaquim Bernardo
Outro local que eu amei conhecer e que me trouxe uma sensação de paz foi o Poço Joaquim Bernardo. O poço é grande, ótimo para tomar banho e relaxar. Quando o visitei, foi uma das poucas horas que o sol saiu durante a viagem, o local estava vazio e eu fiquei ali admirando aquela imensidão e fiquei com vontade de ficar por lá horas, e horas e horas… Mas a viagem não podia parar!!

– Cachoeira do Batuque
Outra belíssima cachoeira da região, com cerca de 25 metros de altura. Ela fica localizada na Fazenda do Soro e a trilha de acesso à cachoeira a partir da fazenda tem duração de aproximadamente 45 minutos. As duchas naturais que se formam nas pedras compensam a falta de poço para banho.

Essa trilha foi uma aventura em tanto, pois começamos por volta das 17hs e na volta acabou escurecendo e estávamos sem lanterna. Fomos iluminando a trilha com o celular e assim que alcançamos o carro ainda caiu um pé d’água e uma manada de vacas ainda resolveu passear na frente do carro.

– Cachoeira do Deus me Livre
Ela não fica muito distante do centro de Aiuruoca, apenas 5km de distancia até o início da trilha para a cachoeira. Depois há mais 1km para percorrer a pé, mas como a trilha é fácil o tempo de percurso leva em torno de 15 – 20 minutos. São três quedas sequenciais de aproximadamente 15m cada. Para o acesso a segunda e a terceira queda, a trilha fica um pouco mais complicada.

Onde comer em Aiuruoca?
Durante os dias que estive em Aiuruoca visitei duas vezes o restaurante Dona Azeitona. A pizza de lá é excelente e o preço é super justo! Na segunda visita provamos os petiscos.

Onde se hospedar em Aiuruoca?
Bom, as opções de hospedagem na cidade são de categoria econômica em geral. Fiquei hospedada na pousada do Sr. Waldir, tão econômica que nem tinha site. O valor por pessoa foi de R$ 50,00 por noite, em quarto quíntuplo. A pousada, apesar de super simples era limpa e confortável.

Aiuruoca ainda está na minha cabeça como a melhor viagem do ano de 2015.

Link com fotos: Diario de uma viajante

Aiuruoca na mídia: Férias Brasil

Aiuruoca por Frederico Barros
Aiuruoca – Fonte: Frederico Barros

A tranquilidade típica do Sul de Minas impera em Aiuruoca, uma cidadezinha a 1.050 metros de altitude, encravada na Serra da Mantiqueira. Mas não é só o clima bucólico que atrai visitantes – em especial, ecoturistas. As muitas e belas cachoeiras, poços, trilhas em meio a araucárias e mirantes são os cartões-postais da região.

“Vale do Matutu reúne pousadas, restaurantes e comunidade alternativa”

Nos arredores da pequena cidade de nome difícil fica ainda o Pico do Papagaio, com 2.100 metros de altitude; e o Vale do Matutu, um povoado com pousadinhas, restaurantes e comunidade alternativa. O Matutu fica a 17 quilômetros do centrinho e o acesso é por estrada de terra – a mesma costuma ficar intransitável no período de chuvas, que vai de dezembro a março.

No caminho, uma infinidade de cachoeiras dá o ar da graça, como a Deus-Me-Livre, com três quedas de 15 metros e piscinas naturais; além do poço dos Macacos, com duchas em meio às pedras.

Já no povoado os destaques são as cachoeiras das Fadas, de fácil, acesso e boa para banhos; e a do Fundo, a maior de Aiuruoca, com 130 metros – para chegar, porém, é preciso caminhar duas horas. E ainda tem mais!

Seguindo para o vale dos Garcia, a cachoeira de mesmo nome é uma das mais procuradas por conta da beleza: trinta metros de queda, com direito a uma deliciosa piscina. Antes, faça uma parada no poço do Joaquim Bernardo, com tobogãs de pedra e hidromassagens naturais.

Quem está com o preparo físico em dia segue o rumo do Pico do Papagaio. O percurso é feito em trilha de nível médio e dura cerca de quatro horas, devidamente recompensadas pelo visual contornado pelas montanhas que delimitam os estados do Rio e de Minas. Para repor as energias, dê uma passadinha na cooperativa do Matutu, repleta de mel, queijos e delícias integrais.

Link: Férias Brasil

Aiuruoca na mídia – Roteiro turístico Olibi Azeites

Mapa Como chegar em Aiuruoca
Mapa Como chegar em Aiuruoca – Fonte Olibi Azeites Artesanais

Rodeada por rios que correm a Serra da Mantiqueira entre vales e cânions, Aiuruoca lembra um cenário de novela de época. Ao redor da charmosa praça principal, o município mineiro de 6 mil habitantes tem a igreja matriz construída em 1717, o pequeno coreto e vários restaurantes com comida típica da região – tudo cercado pela imensidão da Mata Atlântica.

O destino faz parte do Circuito Terras Altas da Mantiqueira e do Parque Estadual da Serra do Papagaio, sendo considerado um dos melhores do Brasil para o ecoturismo. São mais de 80 cachoeiras e várias trilhas que levam aos pontos mais altos da cidade, como o Pico do Papagaio, com 2.105 metros de altura e uma vista panorâmica espetacular.

Mas não é só isso. Há poucos anos, Aiuruoca também descobriu sua vocação para o cultivo das oliveiras. A temperatura amena à noite e os dias ensolarados criam o cenário perfeito para as árvores se desenvolverem e darem excelentes frutos. Localizada a 10km do centro da cidade, na zona rural do bairro Capoeira Grande, nossa fazenda tem o terroir perfeito: solo arenoso e inclinado, além de uma paisagem que deslumbra os visitantes.

Selecionamos as melhores dicas para preparar um roteiro para curtir o fim de semana aqui nas montanhas do sul de Minas Gerais. E não há nada melhor do que começar essa viagem passeando entre as oliveiras, provando nosso delicioso azeite e conhecendo nossos projetos de preservação ambiental.

SÁBADO: VISITA À FAZENDA, MERGULHO NA CACHOEIRA, BARZINHO E VIOLÃO
A Cachoeira dos Garcias é uma atração imperdível, com uma queda de aproximadamente 30 metros. A água cristalina forma uma piscina natural, com profundidade de até 5 metros, onde é possível se refrescar com um mergulho. No topo da queda fica o restaurante Casal Garcia. Com ambiente rústico e aconchegante, o local tem ótima estrutura e oferece uma vista maravilhosa. A especialidade da casa é a truta, grelhada na manteiga e temperada com sal de limão e ervas finas. É uma delícia sentar no deck, beliscar bons petiscos e curtir uma música ao vivo enquanto cai o entardecer nas montanhas.

Nossa fazenda fica no caminho para esse ponto turístico e recebe visitantes todos os sábados, às 10h. A dica é tomar um bom café da manhã na pousada, fazer o passeio na Olibi e então seguir o caminho até a cachoeira do Vale dos Garcias. Quer estender o roteiro? Faça uma parada no caminho para conhecer o Poço Joaquim Bernardo, situado entre a fazenda e o Vale dos Garcias. As corredeiras são suaves e formam um lago cercado por araucárias.

COMO CHEGAR
Do centro da cidade até a fazenda são 10km – os primeiros 4 por uma estrada de asfalto, seguidos de 6km pela estrada de terra bem cuidada. O percurso, que leva tanto à Olibi quanto às demais atrações, conta com sinalização que indica o caminho para fazenda. Programe 20 minutos de viagem. O passeio tem cerca de duas horas de duração e costuma terminar por volta do meio dia. De lá, são 15 minutos até o Poço Joaquim Bernardo ou 30 minutos até a Cachoeira dos Garcias, que está a 15km do centro da cidade. Veja mais informações no mapa abaixo.

Já de volta ao centro da cidade, há várias opções para jantar. Dá para degustar a boa culinária local, que vai de pizzas assadas no forno a lenha até pratos de truta, que são também o carro chefe de restaurantes como Kiko e Kika Restô.

DOMINGO: VALE DO MATUTU E FEIRA ARTESANAL
Nossa próxima dica também é valiosa, declarada Reserva da Biosfera da Mata Atlântica pela Unesco: Vale do Matutu. Localizado na zona rural, a 17km do centro de Aiuruoca, o bairro esculpido nas encostas da Serra do Papagaio é considerado Santuário Ecológico, com florestas, animais silvestres, bosques de araucárias, nascentes e, claro, mais cachoeiras. Uma das mais famosas é a Cachoeira das Fadas, com uma bela corredeira e um lago natural profundo, perfeito para mergulhar.

A região também tem várias lojas de artesanato e produtos naturais, além de contar com restaurantes como o Tia Iraci, que oferece um menu da tradicional comida mineira – tem tutu, abóbora e farofa, além de uma vista arrebatadora para o vale. O ambiente é aconchegante e o atendimento caloroso, como o coração mineiro.

Também vale visitar o Casarão do Matutu, construído em 1904 e considerado Patrimônio Histórico de Aiuruoca. Atualmente é a sede da Associação de Moradores e Amigos do Matutu (AMA) e abriga o centro de informações aos visitantes.

Uma das melhores hospedagens próxima ao Matutu é o aconchegante Chalé Sítio Cambará. Sob a direção de Ale Mattar, a propriedade é conhecida pela fruticultura e pelo turismo rural sustentável. Lá são cultivados os chamados pequenos frutos vermelhos, que incluem amoras, mirtilos e framboesas. A colheita acontece em meados de outubro e não dá para deixar de provar as exclusivas geleias, tortas, cakes, sucos e smoothies.

De volta à cidade, aos domingos – especialmente de feriados prolongados – tem feirinha na praça. São muitas as opções de presentes para estender as lembranças da viagem: doces, geleias, conservas, queijos, ovos de granja, mandioca, entre outros. Tudo produzido localmente e de forma artesanal. É sem dúvida o melhor jeito de fechar a viagem – levando um pouquinho da paz e da simplicidade de Aiuruoca na mala.

Boa aventura!

Visitação à fazenda da Olibi
Reservas: (35) 99983-0957 | (35) 99984-7696 | ou através de uma das pousadas indicadas abaixo.
Valor: R$ 35,00 (crédito de R$ 15,00 para a compra de uma garrafa de azeite)

Onde comer

Restaurante Casal Garcia
Couvert artístico: R$8,00
Dê preferencia ao pagamento em dinheiro. Não há energia elétrica lá e nem sempre a máquina de cartões está disponível.
Endereço: Sitio Serra dos Garcia S/N (ao lado da cachoeira dos Garcias)
Reservas: (35) 99989-8355

Kiko e Kika Restô
Endereço: Estrada Aiuruoca-Alagoa, Km 2 – Sítio Canto da Pedra
Reservas: (35) 99927-4853

Restaurante Tia Iraci
Endereço: Comunidade Matutu
Reservas: (35) 9844-5212

Pizzaria Aroma da Serra
Endereço: Rua Felipe Senador, 16
Reservas: (35) 3344-1425

Onde ficar

Chalé Sítio Cambara
O chalé é ideal para um casal, com quarto com cama queen, além de sofá cama. Conta com frigobar, aquecedor a óleo e área externa para fogueira. Sem TV e wi-fi no quarto (porém com internet disponível na sede da fazenda), é um refúgio da correria do dia a dia. O hóspede pode agendar uma visita guiada pela área de fruticultura, fazer uma degustação das geleias e ter acesso à piscina natural particular.

Preço: Diárias para casal variam de R$ 180,00 a R$ 200,00.
Endereço: Estrada Aiuruoca-Matutu, Km 17
Reservas: (35) 99901-6431 | (35) 99939-1705 | ale108mattar@gmail.com

Pousada Kin Tao das Águias
Chalés com varanda e vista para o Pico do Papagaio. Fica na zona rural de Aiuruoca, a aproximadamente 14km da fazenda da Olibi, e oferece charmosas instalações com isolamento térmico, lareira de ferro (salamandra) e wi-fi. O café da manhã é incluído na diária.

Preço: Diárias para casal a partir de R$ 400,00/noite.
Endereço: Estrada Aiuruoca – Carvalhos, Chácara Kin-Tao das Águias KM-04, Mato Dentro (Zona Rural)
Reservas: (35) 99710-6114 | (35) 99840-8350 (WhatsApp) | kintaodasaguias@gmail.com

Pousada Pico do Papagaio
Com opção de quartos para casal, família e individual, a pousada oferece instalações simples em uma fazenda com animais, horta orgânica e piscina. O café da manhã é incluído na diária e fica a aproximadamente 6 km da fazenda da Olibi.

Preço: Diárias para casal partir de 140,00/noite para a suíte simples e R$ 180,00/noite para a suíte com hidromassagem.
Endereço: Sítio Vista Alegre s/n, Raia | Aiuruoca (MG)
Reservas: (35) 99827-1244 | contato@pousadapicodopapagaio.com.br

Pousada Ajuru
Localizada na entrada principal da cidade, a pousada é simples e aconchegante. Apartamentos com frigobar, TV a cabo, ventilador de teto e banheiro privativo. O café da manhã e o wi-fi são inclusos na diária. O local conta com estacionamento e guias de turismo credenciados para a realização de passeios por toda região.

Preço: A partir de R$ 180,00 – diária para casal.
Endereço: Rua Antônio Gonçalves, 149, Centro
Reservas: (35) 3344-1601 | (35) 99901-9108 (WhatsApp) | (35) 99844-1601 | (35) 99944-1601 | (35) 98845-1601 | pousada@ajuru.com.br

Pousada Dudu
Localizada a 500 metros da praça principal de Aiuruoca, a pousada tem quartos com TV tela plana, ventilador e banheiro privativo com chuveiro. O café da manhã está incluído na diária e o local fica a aproximadamente 10 km da fazenda.

Endereço: Rua Antônio Gonçalves, 101
Reservas: Podem ser feitas pelo Booking ou TripAdvisor | sandrafserrano.serrano@gmail.com | (31) 99902-1962 | (35) 99813-0020

 

Link: Roteiro turístico em Aiuruoca

Aiuruoca na mídia – Catraca Livre

Cachoeira do fundo Aiuruoca
Cachoeira do fundo em Aiuruoca – Fonte: Site Catraca Livre

Esqueça o relógio, tire o pé do acelerador e nem pense em fazer dieta. Você acabou de entrar em território mineiro. Destino Aiuruoca.

Aiuruoca! Difícil de pronunciar? Pois bem, comece a praticar e acostume-se a ele porque esse nome de origem indígena que significa ‘toca do papagaio’, vai ser muito ouvido e falado. Localizada ao sul de Minas, a 370 da km de São Paulo, essa pequena cidade aninhada a 1.000 metros de altitude na Serra da Mantiqueira se harmoniza na paisagem. Bem-vindo a esse lugar predestinado ao bem viver.

Razões inexplicáveis nos aproximam de um rio, cachoeira, montanha, floresta ou até mesmo de rochedos moldados pelo vento. Há uma paisagem que fala mais a nossa alma, e a região de Aiuruoca, ao lado do Pico do Papagaio, nos coloca a dois passos de cada uma delas. E ainda brinda à aventura seja qual for seu esporte predileto: trekking, biking, montanhismo, off-road, caiaque, rapel e cavalgadas. Haja fôlego!

Aiuruoca é também local propício a observação de pássaros, para os que curtem os vestígios da cultura colonial brasileira, e a noite um céu límpido para os que curtem astronomia.
Ahh! Sabe o que mais há bem pertinho? Que tal São Tomé das Letras (65 km), ou Carrancas (110 km) e ainda a 114 km para o Parque Nacional de Itatiaia? Cá entre nós, em Aiuruoca sempre tem ação.

Consagrada à aventura, Aiuruoca enfeitiça, cativa. Mas dá trégua em um oásis de conforto. Se, até alguns anos atrás essas paisagens eram reservadas aos viajantes românticos e aventureiros que se adaptavam às barracas ou acomodações espartanas, hoje há na região a Pousada Fazenda São Pedro.

O clima retrô convida o hóspede a desacelerar da modernidade, e está presente na decoração assinada por Fabíola Arantes. A proprietária deseja transmitir a ideia dos anos de 1830 quando da construção da casa colonial. E, a presença constante dos donos da fazenda dá ar de informalidade e atendimento intimista. Sem contar a gastronomia mineira, de generosas porções e com sabores únicos como o queijo de Cruzília, cidade próxima e famosa por esse laticínio. E, nem será preciso dizer que os petiscos mineiros são acompanhados das branquinhas provenientes dos bons alambiques da região.

Com o ponto de partida na Fazenda São Pedro, iniciamos nossos roteiros. Depois de um farto café da manhã, fomos conhecer o Pico do Papagaio, a 2.000 m de altitude, principal atração daquele território. Suas panorâmicas, bem como as do Cânion Cavalo Baio, oferecem uma espetacular vista em 360°. Mas atenção, a caminhada não é leve e toma em média 2h30, e nos meses de chuva pode demorar um pouco mais. Porém, vale cada passo.

Sem esconder minha predileção por trekking e montanhismo, confesso que outra boa atividade para conhecer o lugar são as cavalgadas, melhor ainda no final da tarde quando a luz suave e mágica do entardecer satura as paisagens de tons dourados.

Aiuruoca é ainda uma espécie de parque temático para quem tem interesse particular por cachoeiras. É difícil escolher qual delas visitar. Para Flavio Cordeiro, praticante de rapel e fã de carteirinha de Aiuruoca, a ‘Deus me Livre’, a ‘dos Macacos’, a ‘dos Garcias’, a ‘do Fundo’ e a ‘Aiuruoca’ são algumas das mais de 80 cascatas que precisam fazer parte de sua lista. São pra lavar a alma.

Boas viagens de aventura não são apenas aquelas que se valem do susto ou de dores musculares, mas também as que provocam a imaginação e a fantasia.

Grande inspiração para uma viagem. Concorda? Vai lá e depois me diga se não estou certo.

Como chegar – De São Paulo a Aiuruoca são 370 km. São dois os caminhos, um pela BR-116 e outro pela BR-381. Nossa escolha recaiu na última por ser mais pitoresca.

Onde ficar – Pousada Fazenda São Pedro

Link: Aiuruoca, um paraíso mineiro ‘escondido’ na Serra da Mantiqueira

Aiuruoca na mídia – Viajali

Cachoeira dos Garcias Aiuruoca
Cachoeira dos Garcias – Fonte: Blog Viajali

11 motivos para conhecer Aiuruoca, cidadezinha linda no Sul de Minas

Aiuruoca é um pequeno recanto cercado de natureza, possui somente 6 mil habitantes e chama a atenção de quem busca por aventura ou por momentos de sossego:

1. É uma cidade repleta de cachoeiras

Se refresque nos 130 metros de queda d’água da Cachoeira do Fundo ou na Deus-Me-Livre, Cachoeiras das Fadas, Vale dos Garcia entre outras maravilhas. Todas elas são próprias para banhos…

2. E para acessá-las, é necessário passar por trilhas paradisíacas

No caminho para o Vale dos Garcia, há o poço do Joaquim Bernardo, onde você pode curtir tobogãs de pedra e deliciosas hidromassagens naturais. Já o acesso da Cachoeira do Fundo exige um preparo físico, pois são 2 horas de caminhada. Mas pode apostar que o cenário de todas estas trilhas são inesquecíveis!

3. Todas as pousadinhas são rústicas e aconchegantes

Tem para todos os gostos: no pico da Montanha, com uma vista incrível, aconchegantes e simples, spas completos, outras que oferece uma experiência mais sensorial, com iluminação a vela e chuveiro a gás, acomodações com rede, entre outras. É só escolher qual te agrada mais, e reservar com antecedência, pois todas são bem disputadas.

4. Sua identidade cultural é bem preservada

A população de Aiuruoca é bem tradicional e frequenta a missa todos os domingos assiduamente. É praticamente o evento social da cidade. Ah! Reza a lenda que o queijo prato nasceu lá!

5. Todo domingo tem forró na pracinha (Não tem mais 😦  )

Logo após a missa, o coreto em frente à igreja recebe um DJ que toca forró para todos se divertirem, com direito a barraquinhas de pipoca e cachorro quente.

6. É um destino perfeito para o ecoturismo

Não só as famosas cachoeiras como também as Montanhas Mágicas da Serra são um convite para quem procura ter uma experiência em contato direto com a natureza. Não deixe de visitar a Serra do Papagaio e o Vale do Matutu.

7. Sua paisagem é deslumbrante

E pode ser curtida em diversos lugares, desde a janela da pousada, trilhas até a varanda de um delicioso restaurante.

8. É um destino para aventureiros

Além das trilhas, é muito comum a prática de Trekking no Pico do Papagaio.

9. E também para quem busca por tranquilidade

Você pode passear pela cidade, curtir a tranquilidade da pousada, nadar nas piscinas naturais e se deliciar com as comidinhas gostosas da região. E falando nisso…

10. Se come muito bem em Aiuruoca

Não tem como não comer muito bem em Minas, não é mesmo? Assim como as pousadas, os restaurantes também seguem o mesmo climinha rústico, recebendo pedidos via rádio (comunicação muito comum na cidade), com um capricho sem igual no cardápio, feito especialmente com marca registrada da região: o fogão a lenha.

11. O comércio principal é o artesanato

A principal fonte de renda dos moradores é também uma marca tradicional da cidade. O prisma de luz da loja Estrela d’Água é o mais conhecido, muito usado para o feng shui, mas muitos produtos feitos de madeira também são facilmente encontrados. Mas tome cuidado com os horários: a partir das 17h, todas as lojinhas já estão fechadas!

Impossível não se apaixonar por uma experiência mineira como essa!

Link com fotos: 11 motivos para conhecer Aiuruoca, cidadezinha linda no Sul de Minas

Aiuruoca na mídia – 7 cantos do mundo

Aiuruoca
Aiuruoca – Fonte: Blog 7 cantos do mundo

Aiuruoca – esta charmosa cidadela mineira – é um verdadeiro reduto de paz e natureza. Nossa, que lugar legal! Me surpreendi não só com a vibe do lugar, mas com a quantidade de atrativos que a região oferece.

Como você pode também nunca ter ouvido falar nesta cidade de nome engraçado, reuni aqui algumas informações gerais “nice to know” para você se planejar em ir pra lá. Porque, acredite, você vai querer ir pra lá! E deveria.

Você sabia que…

Aiuruoca vem do Tupi: A – Juru – Oka que se traduz Ajuru = Papagaio + Oka = Casa de Papagaio?

Fonte: Prefeitura de Aiuruoca

Onde fica Aiuruoca
Aiuruoca fica no sul de Minas Gerais, próxima aos estados de São Paulo e Rio de Janeiro, a 70 km da famosa São Thomé das Letras, no coração da Serra da Mantiqueira.

Distância das capitais mais próximas:

Belo Horizonte: aproximadamente 400 km
São Paulo: aproximadamente 350 km
Rio de Janeiro: aproximadamente 300 km

O acesso à cidade se dá por uma rodovia asfaltada, mas há várias estradas de terra para acessar os atrativos da região. O mais cômodo então é ir de carro – lembrando que a carona é sempre uma opção, hein? Mas se não for possível, veja as opções de ônibus aqui.

O que fazer em Aiuruoca
Não é pouca coisa não, viu? Muitas trilhas, cachoeiras, piscinas naturais, boa comida… tudo para você cuidar do espírito e voltar totalmente renovado! Veja os principais atrativos.

Vale dos Garcias
Um lindo vale – mais ao norte do Matutu – que conta com várias opções de lazer, como o Poço Joaquim Bernardo, a Cachoeira dos Garcias e a Prainha. É um passeio leve – a única trilhazinha que se faz é para acessar a cachoeira, mas é bem curta – bom para se fazer com a família ou em um dia de preguiça (hehe) e que dura aproximadamente o dia todo.

No local da cachoeira, tem um restaurante de comida mineira típica, feita no fogão à lenha, a R$ 30 por pessoa. Bem gostoso e com uma vista lindíssima! Ah, importante: lá só aceita dinheiro.

O acesso ao vale fica antes do centro de Aiuruoca (para quem vem da BR-267), saindo à direita, e tem de ser de carro, pois percorre-se alguns bons quilômetros em estrada de chão para chegar até lá – um 4×4 anda melhor, claro, mas chega-se com carro convencional tranquilamente. Onde exatamente é este acesso? Vou dar uma de mineiro: chega lá e pergunta! hahaha

Vale do Matutu
O Vale do Matutu, localizado dentro da Área de Proteção Ambiental Mantiqueira, é uma região imperdível em Aiuruoca. A partir dali, você tem acesso por trilha à Cachoeira do Fundo e à Cachoeira dos Macacos. No próprio Matutu, a 300m do estacionamento, tem o Poço das Fadas, uma deliciosa piscina natural com água cristalina (e bem gelada!).

Nota mental: O Vale do Matutu é toda a região da APA, mas as pessoas se referem ao local onde se para o carro e se tem acesso à comunidade como “o Matutu”. O estacionamento custa R$ 5,00 (referência: fevereiro de 2016).

Ali se encontra o charmoso Casarão do Matutu, datado do início do século XX, onde você pode provar quitutes caseiros, como café, bolos, crepes e outros (com opções vegetarianas).

Há também uma casa de artesanato, um tipo de mercearia de produtos da roça e um restaurante lá em cima do morro – que também vende produtos naturais, inclusive uma cerveja artesanal produzida ali mesmo, com diversos sabores; provei a de maracujá e é deliciosa!

Para chegar ao Matutu, você precisa percorrer, a partir do centro de Aiuruoca, cerca de 17-18 km em estrada de terra. Ela é longa, mas está ok de um modo geral. Mesmo assim, se tiver chovido muito nos dias anteriores, é melhor consultar as pessoas locais sobre as condições. Para acessar esta estradinha, você sobe a rua à direita da igreja no centro até o momento em que acaba a pavimentação; neste ponto, há várias placas, uma delas indicando o Vale do Matutu.

No caminho, você vai ver alguns atrativos, como o Pocinho (paga-se para entrar, e tem um bar/restaurante no local) e a Cachoeira Deus Me Livre (tem uma trilha de uma meia hora para chegar até ela). Dizem que são lugares legais, mas não posso opinar, pois não conheci – bom, não fiquei, mas cheguei a entrar no local do Pocinho, é uma piscina bonita mesmo.

Pico do Papagaio

Pico do Papagaio é um dos atrativos mais cobiçados pelos trilheiros no Parque Estadual da Serra do Papagaio, administrado pelo Instituto Estadual de Florestas de Minas Gerais (IEF-MG) – portanto, uma Unidade de Conservação (UC).

E ele é mesmo sensacional! Muito “indeixável de ir”! É uma trilha mais pesadinha do que as outras e demanda um dia inteiro, mas vale totalmente a pena. Veja aqui mais informações sobre como realizar esta trilha.

Onde comer bem

 Dona Azeitona: No centro da cidade, na praça principal.  Pizzaria e restaurante, mas o forte é a pizza mesmo (é bem boa). Aceita cartão.

 Kiko & Kika Restô: No começo da estrada de chão para o Matutu. É um pouco mais carinho, mas muito saboroso! A especialidade da casa é a truta defumada, feita com uma técnica original da Suíça (os donos, o “Kiko” e a “Kika”, são europeus). Aceita só dinheiro.

 Tia Iraci: Localizado dentro do Matutu (caminha-se uns 10 minutos a partir do estacionamento para chegar nele). Acho que é o restaurante mais falado na região, serve comida caseira no fogão à lenha, e dizem ser excelente. Infelizmente, não cheguei a tempo depois da trilha – já haviam encerrado. Mas fica a dica!

Onde se hospedar bem
Eu recomendo a Pousada Alquimia de olhos fechados. O lugar é muito especial, com uma energia incrível. É uma verdadeira experiência para a alma, vale a pena!

 

Link com fotos: Aiuruoca: um reduto de paz e natureza no sul de Minas

Leia também:

  Por que você vai querer subir o Pico do Papagaio
 Cachoeira do Fundo: trilha imperdível em Aiuruoca
 Pousada Alquimia: o verdadeiro charme de Aiuruoca

Aiuruoca na mídia – Viajei Bonito

Aiuruoca
Aiuruoca – Fonte: Site Viajei Bonito

Enquanto o Brasil fervia durante o Carnaval de 2016, o Viajei Bonito fez as malas e juntamente com dois grandes amigos foi para o interior de Minas Gerais, em direção ao mato, mais precisamente na pequena cidade de Aiuruoca.

Nossa opção por um destino fora do circuito carnavalesco foi espetacular: cachoeiras, paz e o clima bucólico dos arredores fazem de Aiuruoca um verdadeiro refúgio para quem enfrenta diariamente o caos das cidades grandes.

Nos próximos parágrafos você conhecerá um pouco mais sobre o pequeno povoado e verá apenas uma amostra dos muitos pontos turísticos naturais que há por lá.

Como chegar até Aiuruoca
Saindo de Juiz de Fora/MG, o rumo é em direção à Lima Duarte, pela BR-267. Quem está acostumado a passar pela BR-040 provavelmente conhece essa saída, localizada à direita no sentido Belo Horizonte – Rio de Janeiro, que conta ainda com um radar de velocidade. E, cá para nós, radar é uma coisa que fica na cabeça, principalmente depois de ser multado.

A partir daí, são mais 160 km, aproximadamente, pela BR-267 até a saída para Aiuruoca. Não tem muito segredo, como você vê no mapa abaixo.

As montanhas misteriosas
Nos hospedamos em um sítio cuja responsável era, digamos, mística, o que tornou nossa viagem ainda mais interessante. Tivemos uma verdadeira aula sobre as formas das montanhas que se destacavam na paisagem. A que mais nos chamou atenção era a de uma mulher deitada seguida de elefantes.

Se você não identificou, abaixo vai um “esboço” feito com muita “boa vontade” para tentar fazer você enxergar o que enxergamos. Não, não estávamos sob efeito de substâncias alucinógenas, realmente dá para ver alguma coisa ali. Ainda segundo ela, era possível ver uma criança e outros elefantinhos na mesma montanha, mas esses não conseguimos.

Várias outras aparições de pedras em formato de elefantes foram descritas pela dona do espaço que não se importava de gastar horas e horas conversando conosco durante o café da manhã diariamente.

Cachoeiras
Não bastasse toda essa aula, ela ainda fez questão de nos apresentar algumas cachoeiras e nos deu até um mapa de todo o circuito de águas da região. Ele é enorme, e durante os poucos dias que ficamos por lá não conseguimos visitar nem um quarto de tudo.

Cachoeira do Tiziu
Nossa primeira visita a esse circuito foi na Cachoeira do Tiziu, que ficava praticamente do lado de nosso sítio. O que nos chamou a atenção foi a quantidade de trechos fundos e sem correnteza forte, ideal para um mergulho tranquilo.

O lugar era tão tranquilo, que nossos novos companheiros Nico e Mixuruca quase arriscaram um mergulho, mas ouviram falar que começaríamos a preparar o almoço, então desistiram. A propósito, a julgar pela foto abaixo não precisamos nem falar quem é quem, não é verdade?

Cachoeira dos Garcias
A estrada que leva até a Cachoeira dos Garcia é um espetáculo à parte. Durante alguns trechos, você encontra verdadeiros mirantes naturais com vistas de tirar o fôlego. A beleza era tanta que nos fez desligar o carro por alguns minutos apenas para passar um tempo ali em meio ao silêncio e as longas distâncias alcançadas pela vista. Para quem trabalha quase que 100% do tempo em frente ao computador, é praticamente uma massagem no globo ocular.

Ainda no caminho, vimos uma das placas mais épicas do sudeste!

Aqui vai uma dica importantíssima caso você esteja de carro: a 1,5 km do início do Parque Estadual Serra do Papagaio, você verá alguns carros estacionados e poderá cometer o erro de deixa-lo ali. Aparentemente aquele é o ponto final, mas é possível ir mais além. Encontramos várias pessoas no caminho que estavam exaustas voltando para o carro. Uma delas até nos disse que estava arrependida de não ter arriscado ir mais um pouco. Acontece que é possível estacionar praticamente na boca da entrada que leva até a Cachoeira dos Garcias, poupando você de andar e ser mais saudável.

Após descer a longa estradinha (lembrando a todo momento que teríamos que a subir mais tarde) chegamos até uma camada rasa de água e ficamos assustados: não é possível que todo aquele esforço seria para aquilo. Um constante barulho de cachoeira era ouvido ao longe e fomos guiados por ele. Subimos pela trilha que começava em uma ponte de madeira até uma casa verde no alto do morro, tomada por trepadeiras. A casa fica praticamente na entrada da última trilha que leva até a cachoeira.

Começamos nossa descida sem muita expectativa (uhul, sem expectativas!), e nos surpreendemos com o tamanho da cachoeira e também com a beleza do lugar: um verdadeiro poço para se mergulhar abaixo da grande queda d’água. Por ali ficamos um bom tempo, apreciando, mergulhando e praticamente calados, pois seria tolice querer disputar volume com as águas se chocando com as pedras.

Matutu
O Vale do Matutu é uma região muito próxima da cidade de Aiuruoca, declarado Reserva da Biosfera da Mata Atlântica pela Unesco. No caminho são várias as placas de cachoeiras que fazem você se confundir na hora de escolher uma.

A propósito, se não fosse pela recomendação dos cães Bósnio e Demóstenes, estaríamos rodando em círculos até hoje em indecisão.

Rumamos então para o Poço das Fadas, em uma Área Particular de Proteção Ambiental. E tem fadas lá? Não, mas cachoeira sim, e das boas! Um verdadeiro poção onde você mal consegue ficar na ponta dos dedos, com exceção de Yao Ming, que molharia apenas os calcanhares.

Terminado o passeio pelo poço, fomos até o Portal da Serra – espaço em meio ao verde, repleto de paz, lojinhas de artesanato e até mesmo imagens budistas. Depois de muito sol, mergulhos e trilhas, naquele momento éramos apenas quatro zumbis recuperando as energias para fechar o dia visitando a cidade de Aiuruoca, uma vez que até ali só havíamos dedicado tempo à natureza.

A pequena cidade de Aiuruoca
Terminado o passeio por Matutu, visitamos, enfim, a cidade de Aiuruoca, em nosso último dia pela região. Não há muita coisa por lá, para falar a verdade: uma pracinha de atmosfera bucólica e uma igreja muito charmosa, tanto externamente quanto internamente. Esses elementos são característicos das pequenas cidades do interior de Minas Gerais.

Não há como negar, vai para lá quem busca sossego e contato com a natureza.

Em nosso último dia um café da manhã caprichado e uma despedida calorosa tanto com a dona e alguns moradores, quanto com os animais que passaram esses dias colados em nossas pernas em busca de comida e carinho. Um carnaval para ficar na memória!

Em Aiuruoca, nossa sugestão de hospedagem é a Pousada Dudu (93, diárias a partir de R$160,00).

Link do texto com as fotos: Viajei Bonito – Aiuruoca: cachoeiras, paisagens e muita natureza em Minas Gerais

Aiuruoca na mídia – Aiuruoca Minas

 

O PARAÍSO DO ECOTURISMO
Aiuruoca está localizada no Sul de Minas Gerais. Faz parte do Circuito Terras Altas da Mantiqueira, do Parque Estadual da Serra do Papagaio e Serra da Mantiqueira, sendo considerada uma das melhores cidades para o Ecoturismo.

Passeios

Os passeios às atrações ecoturísticas de Aiuruoca são programas imperdíveis. Com um potencial turístico invejável, encontramos inúmeras cachoeiras, rios, picos, poços e muito mais.

Eventos

Aiuruoca oferece aos seus conterrâneos e visitantes diversos eventos durante o ano. Música, poesia, arte e cultura possuem encontro marcado na cidade. Fique por dentro.

Curiosidades

Você sabia que o Rio Aiuruoca tem a nascente mais alta do Brasil? E que a cidade é precursora do Carnaval antecipado no país? Essas e muitas outras curiosidades você encontra aqui.

Serviços

Procurando onde ficar ou onde comer em Aiuruoca? Aqui você encontra as melhores opções de serviços da cidade, além de utilidades públicas para garantir uma estadia inesquecível.

CONHEÇA AIURUOCA

A beleza das montanhas de Minas Gerais. Verdadeiro paraíso ecológico.
Aiuruoca ainda guarda histórias marcantes. Ou como citou certa vez Carlos Drummond de Andrade:

“Aiuruoca, mineiramente amarga e transparente para quem sabe ouvir.”

PONTOS TURÍSTICOS

Aiuruoca é um lugar encantador, cercado de belezas naturais com cachoeiras, picos, montanhas, vales, serras, bosques e um visual de tirar o fôlego.
Conheça os pontos turísticos de Aiuruoca e entenda porque é chamada de paraíso do ecoturismo.

Link: Aiuruoca Minas